Pular para o conteúdo principal

Brazilian Bishops responds to the St Andrews's Draft of the Covenant

During its last meeting in Curitiba, the House of Bishops of the Episcopal Anglican Church of Brazil generated an official response to the Anglican Covenant - St. Andrew's Draft.  Such draft was sent to all Anglican Communion provinces, so they would examine it and send suggestions to it.

After a consultation process leaded by the Primatial Advisor group, a letter was presented before the Bishop's House and discussed and unanimously agreed.

Bellow you can read the full text. The original letter also could be found at www.ieab.org.br in the documents section.

Life in Communion and the Communion of Life

At our meeting of the House of Bishops , we, the bishops of the Episcopal Anglican Church of Brazil, , wish to say that we are following with great interest the work of the Commission, which is proposing to the Anglican Communion a Covenant whose objective would be to help overcome the current tensions within the church.

We appreciate the effort and sincere concern of this group and we recognize how their work has brought about important reflections on our nature as communion.

However, although acknowledging that commendable effort, we believe that our Communion does not need new instruments of consensus beyond those that historically have been our benchmarks in terms of identity.

We have diligently studied the second draft of the Covenant, known as the St Andrew’s Draft, and despite some new insights shown from the first reactions to the proposal coming from various parts of the Communion, according to our view, the proposition is still problematic.

Sections 05 and 06 in the new proposal focus on elements that we believe are unnecessary and inapplicable to our Communion. In the manner in which they are presented, they constitute a serious setback in the understanding of what is Communion, prioritising the juridical dimension more and less so the ecclesiological and affective dimensions that have been the historical mark of our mutual interdependence.

The Covenant continues to be a mistaken proposal for the resolution of conflicts through the creation of curial instances absolutely alien to our ethos.

We are fully convinced that the time in which we live is marked by symptoms that value highly the building up of networks and other manifestations of communion in a spontaneous way in the various aspects of human life. Insisting on a formal and juridical Covenant, with the logic of discipline and exercise of power, means to move in the opposite direction, thus returning to the days of Modernity, with its Confessions, Covenants, Diets and other rational instruments of theological consensus.

The nature of the Anglican Communion already has sufficient elements that both characterize and nurture it. This is the richness of our cultural and hermeneutical diversity that always creates the challenge of positive tension for us, which experienced in the exercise of dispersed and shared authority. We can not, however, allow it to be replaced by a legal, circumstantial instrument of political control.

Communion is never created and developed by the letter. The true communion is nurtured by the Spirit. The true communion is life. The paschal mystery that we live in this liturgical season is an unmistakable demonstration of what we need to re-affirm. Faith in the Risen Christ does not presuppose text, but rather an open heart and a humble faith. It was the event of the Resurrection and the affective perception of it that generated a Community, a Communion.
Thus, inspired by this liturgical season and aware of the richness of our Communion, we manifest the conviction that the Covenant is not an essential element to maintain or strengthen our Communion; on the contrary, it risks defacing it. Our history and the instruments we have are already sufficient to build unity from the richness of our diversity, in a continuous process of listening and mutual respect.

Curitiba, 04 April 2008.

The Most Revd. Maurício Andrade, Primate and Brasília

The Rt. Revd Almir dos Santos, Oeste

The Rt. Revd. Pereira Neves, Santa Maria-RS

The Rt.Revd. Orlando Santos de Oliveira, Porto Alegre, RS

The Rt. Revd. Celso Franco, Rio de Janeiro, RJ

The Rt. Revd. Naudal Alves Gomes, Curitiba, PR

The Rt. Revd. Sebastião Armando Gameleira Soares, Recife, PE

The Rt. Revd. Filadelfo de Oliveira Neto, Recife, PE

The Rt. Revd. Saulo Maurício de Barros, Belém, PA

The Rt. Revd. Renato da Cruz Raatz, Pelotas, RS

The Rt. Revd. Roger Bird-São Paulo, SP

The Rt. Revd. Clovis Erly Rodrigues, House of Bishop

The Rt. Revd. Luiz Osório Pires Prado, House of Bishop

The Rt. Revd. Glauco Soares de Lima, House of Bishop

Comentários

Anônimo disse…
Who knows where to download XRumer 5.0 Palladium?
Help, please. All recommend this program to effectively advertise on the Internet, this is the best program!

Postagens mais visitadas deste blog

Desabafo de quem foi rotulado de vândalo pela mídia golpista

Acordei hoje pela manhã e me descobri vândalo!

Eu e 35 milhões de brasileiros que fomos ontem às ruas para protestar contra o desmonte dos direitos dos trabalhadores neste país.
Fizemos tudo de forma pacífica, organizada e corajosa. Aí, a mídia golpista estampa hoje na capa de um dos seus "pasquins" a foto de um vândalo (certamente infiltrado pela direita) depredando um banco talvez (porque não é uma creche, ou escola, ou hospital) e esta é a foto que caracteriza o gigantesco movimento de ontem nas ruas do Brasil.

Lamentável esta postura, que aliás não é de hoje. Não é a mídia que me define quem eu sou! Vândalos são aquelas pessoas que sugam o sangue dos trabalhadores para dá-lo de bandeja para os que se alimentam do sofrimento do povo. Enquanto os brasileiros se entorpecerem com esta mídia nojenta e vendida à publicidade dos exploradores do povo a qualidade do jornalismo brasileiro será vergonhosa.
Não se trata de achar que a mídia tem que ser de esquerda. Mas apenas de que …

PEC 241: futuro sombrio e o re-construir utópico do povo brasileiro

A aprovação da PEC 241 pela Câmara dos Deputados representa uma comprovação de que a aliança política entre partidos e as elites que os representam vai consolidando um projeto de desmonte do Estado brasileiro, à custa das maiorias empobrecidas.

A receita é amarga e comprova que a Casa Grande está eufórica para destruir qualquer esforço da Senzala em ampliar direitos. A exemplo de outras elites latino-americanas, a elite brasileira está se deleitando em recuperar os seus privilégios com a maior rapidez possível, tirando da gaveta projetos que haviam esbarrado na firme resistência dos governos progressistas.

A esperança agora se volta para o Senado que deverá também analisar a PEC e - não tenho muita esperança sobre isso - reverter este processo de enxugamento de políticas públicas afirmativas. Pelos próximos 20 anos a população pobre do Brasil pagará uma conta elevadíssima para manter os privilégios de poucos.

A Direita terá, com base numa legalidade destituída de legitimidade, a garan…

O Ano do Pinóquio precisa ir embora logo

Sabe aquela sensação de que você está vivendo um pesadelo? Ou, talvez, assistindo uma tragédia que você torce para que seja concluída o mais rápido possível e você saia do teatro pra respirar  o ar puro lá de fora?
Assim é o Brasil de hoje, às vésperas de um novo ano que não temos a menor idéia de como será. Para o governo ilegítimo que tomou conta do país, sem o consentimento dos eleitores, será um ano de recuperação em que o que moverá a sociedade brasileira será um infalível sentimento: o pensamento positivo!! 
Honestamente! Estão brincando com a inteligência das pessoas!. 
2016 foi o ano das grandes mentiras. Inventaram um crime que não existiu. Destituíram uma Presidenta em nome de Deus e da Família, quando nem uma coisa nem outra deram autorização para tal. Uma das mais deprimentes páginas da história política brasileira que deve servir como exemplo de como não fazer política séria. 
Um a um, os próceres da moralidade foram sendo expostos em suas mentiras. O que poderia represe…