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Tributo a Dieguito: famoso sim; alienado não!

 O cara era um gênio da bola. Uma personalidade forte e um perfil que tinha a façanha de não se enquadrar em nenhum modelo fixo. Enquadrar Maradona e tirar uma fotografia fixa era como fotografar borboletas ou mesmo pássaros: tinha que ser muito hábil. Ele tinha a mesma facilidade de driblar seus adversários no campo como teve na vida diante da marcação cerrada que lhe fez a mídia. Como um bom argentino, tinha sangue fervente e as emoções não obedeciam muito a razão. Materializou por anos a imagem de um herói nacional, quase um Atlas vestido de azul e branco. E, embora isso não signifique que seus companheiros fossem medíocres, Maradona sempre era aquele que resolvia a parada. Por onde passou, causava admiração por seu talento com a bola. Suas origens na periferia de Buenos Aires nunca deixou de marcar a sua biografia. Dali para o mundo da fama foi um crescente, mas a sua memória e sua opção política nunca o deixaram esquecer que a política tem de ser feita pensando nos pobres. E foi i

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