Segunda-feira, Janeiro 09, 2012

Confeclero: partilha e senso de família diocesana

Estimado Clero e lideranças leigas da DSO

Graça e Paz!

Vivemos uma rica Confeclero nos dias 04 e 05 passados. Ali, mesmo sem a presença de todos os colegas do clero - alguns por razões justificáveis - pudemos nos reunir, celebrar, cantar e conviver juntos. Alguns de nós levou consigo a família e vivemos e gastamos tempo interagindo como membros de uma família diocesana. Como bispo, me senti livre para expressar sentimentos e sonhos sobre o futuro de uma diocese que está sob meu cuidado pastoral por nove meses e pouco. Me senti acolhido e considerado respeitosamente por todos. Tivemos reuniões paralelas do Secretariado Diocesano para tratar de assuntos administrativos e o fizemos com absoluta transparência de dados, de propostas que, ao fim, foram aprovadas por consenso. Tivemos reunião do Conselho Diocesano, para também aprovar a política salarial da diocese e o orçamento para o corrente ano, acolhendo assim, de forma unânime a recomendação do Secretariado. Cada Secretário(a) e cada conselheiro se expressou com absoluta liberdade e a busca de consenso foi a tônica que prevaleceu, ensinando-nos que os projetos e açoes administrativas e pastorais da nossa querida diocese estão sendo construidos dentro dos princípios anglicanos onde bispo, clero e povo buscam o bem comum.

Na reunião do clero pude perceber o clima de liberdade e de respeito de uns para com os outros, onde a transparência foi apoiada pelo respeito e consideração.

Me sinto feliz com o resultado e afirmo a necessidade de continuarmos nesse caminho de partilha que nos levará a enfrentar os desafios pastorais, administrativos e de missão com muito mais força coletiva e unidade de propósitos.

Pretendo elaborar dois subsídios para ajudar nossas lideranças no trabalho de motivação do povo para o cumprimento de nossos sonhos como diocese conforme estabelecemos em nosso Plano Pastoral Diocesano:

"Ser uma Igreja ousada na promoção da vida, na proclamação do Evangelho, na formação de lideranças, na expansão, e motivadora do ecumenismo: servindo a Deus num compromisso ativo, incluindo as pessoas numa comunhão fraterna de alegria, testemunho, entreajuda, estando alerta e preparada para os avanços da sociedade."

Lembremos que o sucesso de nossa empreitada não depende apenas da vontade do Bispo, mas da conjugação das vontades de todas as instâncias diocesanas. Solidariedade e cumplicidade são requisitos essenciais para alcançarmos as ousadas metas que nos propomos - enquanto Concílio - para o nosso futuro. O quadro diocesano começa a dar os sinais de que nossa diocese não é pobre nem carente de recursos - conforme nosso querido irmão e membro do grupo gestor Leodoro tem enfatizado - mas uma diocese que tem um alto nível de viabilidade. Precisamos apenas nos focar para usar com racionalidade e muito amor a Deus os nossos recursos e em pouco tempo poderemos ter os recursos humanos e financeiros para implementar missão e serviço (irmãs siamesas do ser da Igreja).

Agradeço a todos os que atenderam a convocação para o Enclero e vamos fazer desse evento um momento de renovação e conversa (um autêntico indaba) e nos sentiremos como uma autêntica família diocesana!

Que o Deus da Paz envolva nossos corações e mentes e nos torne sempre humildes na busca de discernir qual é a sua vontade para a nossa diocese!

Com carinho e benção,

+Francisco

Quinta-feira, Dezembro 29, 2011

O que podemos fazer para um 2012 melhor?

Por estes dias, entre as tantas mensagens que trocamos através das redes sociais, li uma mensagem de uma amiga que me chamou a atenção e logo tratei de usar o recurso do compartilhamento. Sintetizando, a mensagem dizia que ao invés de pedirmos que o ano novo viesse cheio de coisas boas pra nós que pudéssemos ser pessoas melhores no ano novo. Um bom principio pra se refletir, pois normalmente a nossa atitude é esperar que o tempo nos traga tudo que desejamos, como se fossemos tão especiais e o tempo e a natureza conspirasse sempre a nosso favor. A conspiração até existe mas é de mão dupla!
Vivemos ligados a uma cadeia de eventos que nem sempre controlamos e com a qual precisamos interagir para mudar alguns direcionamentos.
Vamos tomar um exemplo para mostrar o quanto é importante mudar algumas atitudes. Geralmente desejamos que o Ano Novo nos traga Paz - talvez o mais atávico desejo da espécie humana - mas não deixamos de ser pessoas eternamente beligerantes. Normalmente esperamos que as pessoas se tornem gentis, pacíficas, generosas e tudo aquilo que nosso inconsciente projeta e define como padrão ideal. Mas nossas atitudes não mudam. Assim fica difícil pro tal do Ano Novo nos trazer Paz!
O Ano Novo começa em nós e através de nós. Ainda temos algumas horas para refletirmos sobre aquilo que queremos mudar para 2012. Sobre o diferencial que queremos fazer pro ano que está chegando. Que valores importantes vamos cultivar na nossa relação com Deus, com nossos semelhantes e com a Criação?
Precisamos mais do que nunca compreender o senso dessa interdependência. Todas as atitudes que alguém toma em determinado contexto tem consequências que não somos capazes de avaliar. Cada gesto de amor que uma pessoa pratica causa um efeito que foge do seu controle e gera uma onda que pode alcançar alguém que sequer conhecemos. Assim também, cada gesto de beligerância também gerará uma cadeia de reações que pode atingir outras pessoas e a Criação.
E não precisamos, neste contexto de Ano Novo, nos impor grandes desafios para mudar o Mundo! Pequenas coisas que conseguirmos mudar já serão muito importantes. Vamos ter atitudes de cuidado e carinho, por exemplo, com nossa cidade e nossa gente. Parar na faixa de pedestres, dar a preferência no trânsito, não jogar lixo na rua, respeitar fila, ouvir mais e falar menos, sorrir mais para as pessoas, cumprimentar desconhecidos, olhar as pessoas em seus olhos, coisas pequenas assim podem ter um efeito extraordinário.
Evidente que alguns leitores podem até pensar que o bispo está requentando manuais de auto-ajuda...e dizendo coisas que são muito corriqueiras. Talvez esperassem uma análise de conjuntura prospectiva com indicações pastorais, etc. Não. Estou convencido de que são as pequenas coisas que nos podem fazer mudar conjunturas. Gestos de amor - ainda que pequenos - são muito poderosos! Eu sempre me lembro de como Jesus qualificou a oferta da pobre viúva citada na parábola: ela deu apenas moedinhas, mas valeu muito mais do que a oferta de todos os outros.
Desejo a todos os santamarienses um Ano Novo que comece dentro de seus corações de uma forma muito especial. Afinal, nossa cidade é chamada de coração do Rio Grande! Como um novo cidadão desta querida comunidade, desejo que este coração pulse bem forte com a energia do amor. Vamos cada um adotar uma nova postura - que pode ser pequenita - mas que pode transformar para melhor a vida de nossa cidade em 2012. Ai, sim, a tal da conspiração vai funcionar!

Sábado, Dezembro 24, 2011

How to be a gift from God this Christmas?

First, seeing the world through the eyes of God and finding in it the beauty of Creation. From this look, we will be ready to avoid that the profit and selfishness lead the world to be destroyed.
second, loving the world with God's heart, preventing people disregard their neighbors and to cultivate a culture of exclusion and poverty.
third, caring each other with kindness, preventing that people ignore the needs of others, violating rights and cultivating a culture in which the strong and powerful will always have primacy
finally, living the humility of the divine child, who assumed our humanity avoiding ourselves consider more than we are at the center of our being.
So, with pure eyes, heart, love, kindness and humility we will ready to build a new society where everyone can live the fullness of life.
To buid another possible world is at hand. It depends only from our ability to learn what God tells us through Christmas!

Terça-feira, Dezembro 20, 2011

Um Feliz Natal!




Queridos irmãos e queridas irmãs!



Neste Natal experimente ir um pouco na direção contrária da massa... Da agitação das compras e do consumismo pare para contemplar o céu: lá está a estrela que nos convida a um novo caminho.

Neste Natal, ao invés de querer dar presentes, quem sabe não seja a hora de ser um presente.

Desejo a todo o povo de Deus, nesta querida diocese, em cada comunidade local, em nossa Provincia e no meio de todos os nossos irmãos e irmãs de caminhada ecumênica um Feliz Natal. E lembrando os áureos tempos dos gibis ( lembram? ) recebam esta singela mensagem anexa!

Dom Francisco de Assis da Silva

Quinta-feira, Dezembro 01, 2011

Mensagem de Advento

Ao clero e povo da Diocese Sul Ocidental



Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
2 Tim 1:7



Irmãos e Irmãs!



Vivemos um recomeço do ciclo nos convida a buscar com humildade o que Deus espera que façamos por palavras, atos e pensamentos. Toda a Criação se renova e ansiosamente deseja a plena comunhão com Aquele que é a razão e o fundamento de todas as coisas visíveis e invisíveis.

E que sentimentos povoam nossos corações neste Advento? Certamente o primeiro deles é o de gratidão. A graça de Deus não nos abandonou em nenhum momento neste ano que vai terminar. Mesmo em meio a tantos desafios que cada um de nós enfrentou, Deus jamais nos abandona.

Nossa diocese tem diante de si um caminho aberto para se fortalecer e cumprir com sua missão. Mas para que isso aconteça precisamos reconhecer que nem sempre temos sido fiéis ao chamado de Deus de nos entregarmos inteiramente à sua vontade. Temos falhado na qualidade do serviço e temos nos contentado em fazer apenas aquilo que podemos fazer. Só que nosso Deus não se cansa de fazer muito mais do que merecemos ou almejamos. E, a exemplo da parábola dos talentos, temos agido como aquele servo que guardou o talento porque teve medo.

Os grandes desafios estão à nossa frente. Sustentabilidade, Expansão, Juventude, Formação e Capacitação se encontram entre as prioridades que temos elegido dentro do Plano Pastoral de Ação. Precisamos por o coração nestas coisas. E para além do coração, precisamos colocar nossos dons materiais para garantir que nossa diocese cresça na direta proporção daquilo que precisamos fazer como Igreja.

Que neste Advento possamos construir um claro compromisso com Deus que se manifesta na plenitude e simplicidade de uma criança. Que neste Advento deixemos de nos contentar com a `normalidade` e criemos coragem para avançar na missão.

Que neste Advento deixemos de lado a conformação paralisante que nos faz sempre dizer que as coisas são assim mesmo. Que nossa Igreja não tem jovens. Que nossa Igreja é pobre e não tem recursos. Que nossa Igreja só pode fazer mais se tiver projetos apoiados por recursos que vem de fora (vejam a crise que afeta a Europa e Estados Unidos). Em suma, cada vez que este tipo de discurso ocupa as nossas mentes, afirmamos para nós mesmos que nada é possível fazer. E ai o nosso Senhor nos dirá a terrível palavra que disse ao servo medroso!

Desafio nossos queridos irmãos e irmãs a darem o salto de fé e de obediência - relembrem nossa Carta Pastoral ao Concílio - e ajam como Maria: Lucas 1:38: “Aqui está a serva do Senhor; faça-se comigo conforme a tua palavra”.

Bispo, clero e laicato está em nossas mãos deixar que o Advento nos prepare para um ano de muita fé e esperança e muito trabalho. Agrademos ao Senhor e louvemos o seu nome por seu imenso amor para conosco. Mas que seja um louvor verdadeiramente encarnado, de palavra e ação!

Santa Maria, 01 de dezembro de 2011

+Francisco, Santa Maria

Segunda-feira, Novembro 28, 2011

Juventude: extermínio e descaso das autoridades

Assim como na Amazônia, em cada rincão brasileiro estamos assistindo o descaso das políticas públicas que protejam e dignifiquem a nossa juventude. A carta denúncia abaixo é apenas uma faceta do que acontece diariamente, encarado por muitos como eventos normais. É hora de se dizer: basta!

CARTA DENÚNCIA

“Será que ninguém vê
O caos em que vivemos?
Os jovens são tão jovens
E fica tudo por isso mesmo
A juventude é rica, a juventude é pobre
A juventude sofre e ninguém parece perceber...”

(Trecho da Música Aloha, Legião Urbana)



A Rede Ecumênica pela Promoção e Direitos da Juventude- REJU Amazônia, vem a
público manifestar sua indignação com a crescente onda de extermínio de jovens na
Região Metropolitana de Belém.

Belém vive um momento de profunda comoção e reflexão diante dos fatos ocorridos
no último fim de semana (19/11) no distrito de Icoaraci, com a execução de seis
adolescentes. Um crime brutal e desumano. Infelizmente essa chacina não foi a
primeira e não será a última a ser registrada nos jornais de nossa cidade, pois todos
os dias o que a mídia revela (quando revela), são adolescentes e jovens, vitimas do
tráfico, da polícia, de violência, manifestações de ódio, racismo, homofobia e
discriminação pelas condições de pobreza em que vivem, a verdadeira
espetacularização da violência.

A violência urbana subverte e desvirtua determinadas funções das cidades, retira
recursos públicos já escassos, acaba com vidas, especialmente as dos jovens e dos
mais pobres, e dilacera famílias. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidos
pelo medo, pois o mercado que mais cresce é o de materiais e equipamentos de
segurança. É o processo de acumulação do capital em busca de novos nichos de
mercado, atingindo outros segmentos, na procura voraz de cada vez alcançar níveis
mais elevados de lucro.

A violência é compreendida apenas em seus aspectos de segurança e repressão, não
sendo considerados aspectos como da pobreza, considerada a mais trágica das
formas de violência, que, contraditoriamente, não é combatida, tampouco observa-se
a intenção de eliminá-la.

A insegurança causa reações adversas como a sensação de descontrole; pequenos
atos são motivos para ações violentas, a qual vem estimulando a ação de um Estado
penal, através de encarceramento e fortalecimento de mecanismos de controle
repressivos e punitivos. Logo, a ausência do Estado, através de garantia de direitos e


aplicação de políticas sociais, proporciona o descontrole que se alastra, sendo
enfrentado por um controle estatal repressivo.

A impunidade e inoperância do estado deixam nossa população refém do medo e do
silêncio. Nossa juventude quer viver! Quer ser feliz! Quer ser tratada como gente! É
vergonhoso o que estamos oferecendo aos nossos jovens: Policiais matando jovens,
escolas abandonadas, sistemas públicos de saúde e de educação que não atendem a
ninguém, muito menos a população de baixa renda! Segundo o observatório da
violência de 2011 o numero de homicídios no Pará quadruplicou em dez anos, a
Região Norte carrega o peso de mais de 4.856 casos de homicídios e Belém, a capital
que mais mata jovens na região, com 61,7%. Reforma política já!

A Rede Ecumênica pela Promoção e Direitos da Juventude na Amazônia, se solidariza
com as famílias dos adolescentes assassinados e se une a varias manifestações de
organizações populares, exigindo agilidade na apuração dos casos.

Basta de ver todos os dias nossos jovens serem eliminados pelo tráfico e pela polícia
no Brasil.



Belém, Pará, 24 de novembro de 2011

Rede Ecumênica pela Promoção e Direitos da Juventude- REJU AMAZÔNIA.

Compõe a REJU AMAZÔNIA

Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Belém- PECLB

Igreja Episcopal Anglicana do Brasil- Diocese da Amazônia- IEAB

I Igreja Presbiteriana Independente de Belém- IPI

Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Belém- ICAR

Igreja Metodista- Núcleo de Missão de Belo Horizonte em Belém

Instituto Universidade Popular- UNIPOP



www.redeecumenicadajuventude.org.br

Sexta-feira, Novembro 25, 2011

Carta Pastoral do Advento 2011

Câmara dos Bispos da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Queridos irmãos e irmãs, nós bispos e pastores da Igreja, queremos trazer à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, uma mensagem de esperança neste novo tempo que se avizinha no Calendário Cristão. O Advento tem um caráter preparatório, apontando e nos preparando para celebrar o mistério da encarnação, em Cristo Jesus. Os eventos resgatados neste período nos falam de um Deus que acompanha bem de perto a jornada da humanidade, “Deus conosco” (Mateus 1:23).
Apresentando essa mesma perspectiva, uma narrativa do Êxodo nos conta que Deus disse: “Eu tenho visto como o meu povo está sendo maltratado no Egito; tenho ouvido o seu pedido de socorro por causa de seu feitores. Sei que estão sofrendo. Por isso desci para libertá-los do poder dos egípcios e para levá-los do Egito para uma terra grande e boa” (Êxodo 3:7-8). Esse trecho das Escrituras nos mostra um Deus sensível, comovido com o sofrimento humano, que está disposto a descer das alturas das montanhas para cuidar da sua criação.
Essa imagem deveria guiar sempre a atuação daqueles e daquelas que se dedicam ao pastoreio do povo de Deus. Olhos atentos ao contexto no qual estamos inseridos, ouvidos sensíveis para escuta do clamor das pessoas que sofrem, dispostas a experimentar o desafio da alteridade, se colocando no lugar do outro, movidas pela compaixão, reviradas nas entranhas. Nesse diálogo com o outro a pastoral vai adquirindo sentido. Apesar dos limites humanos, como bispos da Igreja temos procurado refletir essa prática em nossas vidas, por isso tantas vezes temos nos lançado na defesa de grupos e pessoas injustiçadas e marginalizadas pela sociedade, os “pequeninos” mencionados por Jesus de Nazaré (Mateus 10:42; 25:40; Lucas 10:21). Por causa dos desafios assumidos, acolhendo demandas que nenhuma outra ousou encampar, por causa da mudança de alguns paradigmas éticos, sabemos que a nossa Igreja tem pago um alto preço.
Na condição de pastores precisamos estar atentos ao consenso de fé dos fiéis, sensus fidelium, pois a Igreja não é apenas uma instituição social, mas uma comunhão de discípulos e discípulas de Jesus Cristo. Dentro dessa comunhão existe uma pluralidade de opiniões, valores, comportamentos, que precisam ser considerados e respeitados com o propósito de “que todos sejam um” (João 17:21). Temos consciência de que existe uma série de assuntos em debate na comunhão anglicana que precisam ser considerados com muita seriedade, todavia precisamos evitar o voluntarismo dos vanguardismos e procurar caminhar juntos, a narrativa dos discípulos na estrada de Emaús é a certeza do Cristo que “segue ao lado” (Lucas 24:13-31). Precisamos seguir em frente na nossa jornada com paciência e suportando-nos uns ao outros em amor, como ensina o apóstolo Paulo (Efésios 4:2).
LEMA da IEAB para 2011: Fortalecendo nossa Espiritualidade e Missão a Serviço da Transformação da Vida!